Dieta para a artrite com biomac

Afetação e as causas da artrite reumatóide

A artrite reumatóide produz um dano na cartilagem, ossos, tendões e ligamentos. O que mais a caracteriza é a dor e a rigidez nas articulações, especialmente nos dedos das mãos. Às vezes pode ocorrer um comportamento além de articular afetando vários órgãos e sistemas.

As causas do início da doença são desconhecidas, embora em todas as doenças autoimunes costuma ter fatores emocionais e cargas psicológicas por trás.

Os sintomas são progressivos, mas também costumam ter crises agudas ou pontuais de maior afetação que se alternam com períodos sem sintomas.

Neste artigo, tambem recomendamos um grande aliado na cura da Artitre: o suplemento natural Biomac.

Principais sintomas da artrite reumatóide

  • Inflamação das articulações, com dor: sobretudo em pulsos, dedos das mãos e pés, cotovelos, ombros, quadril, joelhos e tornozelos.
  • Estados de maior rigidez pela manhã.
  • Deformação progressiva das articulações, que provoca uma redução da mobilidade.

A quem afeta a artrite reumatóide

É uma doença de que padece 1 de cada 200 pessoas e estima-se que em Portugal há cerca de 200.000 pessoas afetadas. É mais comum em mulheres que em homens, e aparece em idades jovens (a partir dos 25 anos), mas a sua máxima incidência situa-se entre os 45 e os 55 anos. Também foram observados casos de crianças afetadas pela artrite.

A primeira vez que aparece um ataque de artrite costuma ser depois de uma grande situação de estresse. Por isso recomendamos o Biomac.

Recomendações gerais para a artrite reumatóide

  • Evitar o stress, tanto mental como físico (provocado pelo exercício físico intenso).
  • Dormir entre 8 a 10 horas noturnas e fazer uma sesta de 30 minutos.
  • Começar o dia com um banho de água quente para diminuir a rigidez e sistema de manhã.
  • Evitar realizar movimentos muito repetitivos (sobre tudo com as mãos).
  • Evitar ficar muitas horas de pé.
  • Não fazer muita força com as mãos, por exemplo, abrir frascos, lavando, escurriendo a roupa, etc.
  • Usar o suplemento Biomac

Em suma, se podem melhorar os sintomas com uma boa intervenção nutricional e um estilo de vida descontraído e saudável.

Avaliação nutricional de pessoas com artrite reumatóide

É comum encontrar uma relação com alergias a certos alimentos e uma malabsorción dos nutrientes no intestino. Este problema intestinal pode provocar a carência de alguns nutrientes que piore a doença.

Além disso, muitas pessoas com artrite têm falta de apetite, causada por uma falta de salivação humana e acabam comendo menos do que deveriam.

Por ser uma doença que cursa com inflamação, há um aumento do metabolismo da pessoa, ou seja, queimam mais calorias e aumentam as necessidades nutricionais.

Como consequência deste estado diminui o peso, a musculatura e a imunidade da pessoa. Por estas razões, o tratamento nutricional através da dieta é fundamental para conseguir uma recuperação.

Relação entre artrite e outras doenças relacionadas com a alimentação

Por ser uma doença crônica que aparece em idades precoces é frequente que o uso contínuo dos medicamentos pode causar uma úlcera péptica e gastrite.

Também pode ocorrer a síndrome. (disfagia, cárie, alteração de sabor i olfato) causada por uma diminuição da secreção de saliva.

Além disso, algumas pessoas também podem sofrer uma alteração na articulação da mandíbula, que limita a abertura da boca para comer.

Recomendações dietéticas para a artrite reumatóide

dieta para a artriteO mais importante a ter em conta para o tratamento da artrite com uma alimentação saudável é:

    • Fazer uma dieta rica em vitaminas e minerais antioxidantes: Vitamina A, C, E. Minerais como o Zinco e o Selénio.
    • Comer alimentos ricos em caroteno: cenoura, abóbora, batata-doce, manga, mamão, pêssego, damasco.
    • Comer alimentos basificantes (frutas, legumes, verduras, legumes, tubérculos como a batata, azeitonas, frutos secos, frutas secas, mel) e diminuir alimentos acidificantes (todos os cereais, carnes, frios, derivados do amendoim, peixes, embora menos).
    • Consumir ácidos graxos essenciais, que são anti-inflamatórios naturais: O famoso Ômega-3, presente em peixes oleosos, nozes e sementes de linho.
    • Diminuir o consumo de gorduras saturadas: carnes vermelhas e embutidos, laticínios integrais, creme de leite, manteiga, margarina, creme de leite, bolos.
    • Utilizar o suplemento natural Biomac, que vai repor a maioria dessas vitaminas.
  • Usar sempre fazer de oliva virgem.
  • Fazer alimentação rica em nutrientes que é comum que ocorra um déficit causado pela perda de peso: Magnésio, Manganês, Zinco, Selênio, vitamina A, D, E, B12 e fosfatos.
  • Controlar os alimentos que possam causar alergia ou intolerância.
  • Às vezes, pode aparecer uma intolerância aos hidratos de carbono que também há que controlar através da dieta e suplementação.
  • Foi observada uma melhora da inflamação, quando fazem dietas pobres em sal (1200 mg de sódio/dia). Além disso, também melhoram os efeitos secundários de certos medicamentos, como os corticosteróides, que costumam causar hipertensão arterial e retenção de líquidos.
  • Recomenda-Se que os alimentos lácteos por substitutos de soja enriquecidos em cálcio. Leite sacia mais e, além disso, é de difícil digestão.
  • A principal fonte de proteínas deve ser a partir de vegetal, peixe, ovos, carne branca e preparados à base de soja.

Levar a cabo as recomendações alimentares em uma dieta + Biomac

O trabalho do nutricionista – nutricionista é fundamental em casos de artrite reumatóide. Para poder elaborar uma orientação dietética deve-se fazer uma correta avaliação nutricional da pessoa para saber quais são suas reais necessidades, que nível de comprometimento da doença de que sofre e que objetivos devem ser marcados.

Na Clínica Alimmenta contamos com uma equipe de profissionais (membros do Colégio de Nutricionistas-Nutricionistas) que são de grande ajuda para as pessoas que queiram melhorar os sintomas da artrite reumatóide natural, juntamente com uma boa alimentação.

Não esqueça da grande Dica: o Biomac.

Dieta para o ácido úrico elevado ou hiperuricemia

O ácido úrico no organismo

dieta-acido-uricoO organismo humano é muito sábio e tenta sempre proteger-se das substâncias que podem causar algum dano aos órgãos vitais. É por esta razão que quando o ácido úrico está muito elevado no sangue e, portanto, pode ser perigoso para o organismo, o corpo envia este excesso de ácido úrico o mais longe possível dos órgãos vitais e sobretudo do coração. Para onde? A ponta das pontas. Desta forma, o ácido úrico se acumula em forma de “Tofos” nas articulações dos dedos dos pés e/ou mãos, desencadeando a gota. A gota é muito dolorosa, uma vez que, ao ser produzida por um ácido, ocorre uma queimadura interna.

Por que se eleva o ácido úrico no sangue

O ácido úrico pode estar alto, devido a fatores endógenos (do próprio corpo o fabrica) e exógenos (através da alimentação). Para entender como funciona o metabolismo do ácido úrico, vamos explicar com a ajuda deste esquema:

O ácido úrico é uma substância que se forma a partir das purinas (as duas principais responsáveis por isso são a Xantina e Núcleo). As purinas podem aparecer por que o corpo fabrica, mas principalmente o fazem através dos alimentos que os contêm. O corpo é capaz de regenerar-se constantemente (regeneração celular), por isso existe uma via de recuperação onde as purinas são “recicladas” pelo próprio organismo. O normal é que uma parte das purinas é utilizada para negar as células do organismo e que a outra parte seja eliminada pela urina na forma de ácido úrico.

O problema é que a via de eliminação natural de ácido úrico através da urina é muito pobre. É por esta razão que um excesso de ácido úrico , em vez de ser eliminado fica no sangue, provocando a hiperuricemia. A quantidade de ácido úrico que você pode ficar circulando no sangue é limitada. É aqui que podem surgir dois problemas muito comuns:

  • A cristalização do ácido úrico na urina, formando “pedras nos rins”.
  • A deposição do ácido úrico nas articulações em forma de Tofos, que poderá desencadear um ataque de gota.

Eliminar o ácido úrico do organismo

Para baixar o ácido úrico, há que ter em conta muitos fatores da alimentação, que estão relacionados com estes mecanismos. Haverá que actuar tendo em conta todos os fatores que influenciam a formação de ácido úrico, mas também em sua eliminação do organismo.
dieta acido uricoPara aumentar a eliminação do ácido úrico pela urina:

  • O pH da urina: de acordo com a alimentação que se leva a cabo ou até mesmo medicamentos que se tomem, você pode variar o pH da urina. Como influencia o pH para reduzir o ácido úrico? Se o pH é ácido é eliminado com pouca quantidade (15mg/dl) e há risco de formação de pedras nos rins e de aumento dos níveis de ácido úrico no sangue. No entanto, em um pH básico ou neutro, a capacidade de solubilizar o ácido úrico para ser eliminado através da urina pode chegar a se multiplicar por dez (até 150-200mg/dl). A maneira habitual de se alimentar da sociedade atual faz com que a urina seja muito ácida. A solução para este problema é uma mudança de hábitos através de uma melhoria sobre os alimentos e as quantidades que se comem de cada um deles.
  • Controle das Kcal. ingeridas: deve-se fazer uma dieta suficiente em proteínas e energia. Se você fizer uma dieta de emagrecimento, há que manter um controle muito exaustivo o nutricionista–nutricionista, pois pode aumentar os níveis de ácido úrico da pessoa. Como? Ao perder peso, o organismo produz corpos cetónicos. Estes acidifican o pH da urina e, além disso, competem com o ácido úrico, por ser eliminados através da urina. Portanto, se você sofre de hiperuricemia é perigoso fazer jejuns, estar muitas horas sem comer ou fazer uma dieta de emagrecimento que não seja controlado por um profissional de nutrição humana e dietética.

Para reduzir os níveis de ácido úrico no sangue e evitar ataques de gota:

  • A ingestão de purinas: A maneira mais eficaz para controlar os níveis de ácido úrico no sangue é eliminar da dieta os alimentos que contêm maior quantidade de purinas, como as vísceras. Geralmente a maioria dos alimentos que contêm colesterol também contêm purinas. Pular a dieta, mesmo em um momento muito específico, já é o suficiente para que possa sendo acionado um ataque de gota.

Dieta para o ácido úrico elevado

A dieta para a pessoa que quer diminuir os níveis de ácido úrico no sangue é complicada e pode ser contraditória. Por um lado, interessa basificar o organismo para favorecer a eliminação do ácido úrico pela urina e, por outro lado, evitar os alimentos ricos em purinas. Na prática, isso se complica, já que alguns alimentos que seriam benéficos para uma destas funções, não seriam indicados para a outra.

  • Alimentos acidificantes (portanto a diminuir): todos os cereais e seus derivados (massas, arroz, pão, farinhas, milho), as carnes (tanto vermelhas quanto brancas), o peixe (azul e branco) e os ovos.
  • Alimentos basificantes (portanto, para reforçar): frutas, verduras, legumes, leguminosas, tubérculos.

Quantidade de purinas dos alimentos

Devemos evitar os que contêm maior quantidade:

  • Entre 800-150mg/100g. de alimento: vísceras, patês, frios, peixes de tamanho pequeno (se come inteiro), marisco (as vísceras, cabeças (…).
  • Entre 150-70 mg/100g. de alimentos: carnes vermelhas e de caça, feijões, lentilhas, peixes de grande tamanho.
  • Entre 70-50 mg/100g. de alimento: carne branca (a que menos contém purinas é o coelho), o resto dos legumes não mencionadas anteriormente (grão de bico, feijão branca, soja, ervilha), couve-flor, espargos, espinafres e cogumelos.
  • Entre 50-0 mg/100g. de alimento: leite, o restante dos legumes não nomeadas anteriormente, tubérculos, raízes, cereais refinados (sem semente), frutas.

Recomendações nutricionais para a hiperuricemia

  • No caso das frutas não se deve fazer um abuso (levar no máximo 1 peça por dia), já que o açúcar que contém, a frutose, que se transforma em xantinas (purina) ao ser metabolizado pelo corpo.
  • Também é importante o cozimento e preparação dos alimentos. As purinas são solúveis em água. O o que isso significa? O que se pode reduzir o teor de purinas dos alimentos se eles são cortados pequenos deixam-se de molho e ferve-se com muita água. Pelo contrário, há que evitar tomar vinhos elaborados com peixe ou carne, já que as bases terão passado por água.
  • Deve-Se aumentar a ingestão de água e líquidos, da dieta a 2-2,5 litros/dia. Tomar chás e águas carbonatadas naturais são boas opções que podem ajudar a chegar a estas quantidades.
  • Manter um peso correto e evitar a obesidade também é de grande ajuda, já que quanto mais pequeno é o corpo, menos ácido úrico fabricado de maneira endógena (do próprio corpo).
  • Devem-Se evitar os jejuns, dividir bem as refeições ao longo do dia e fazer um mínimo de 3 refeições principais.
  • Consumir algas e frutos secos de forma habitual, é muito recomendável que as pessoas que sofrem de hiperuricemia.
  • Deve-Se procurar fazer uma alimentação rica em cálcio (mínimo de 1000mg/dia) para evitar a formação de pedras renais de ácido úrico.
  • Moderar o consumo de sal da alimentação ou até mesmo removê-la por completo para aumentar a diurese.
  • É imprescindível eliminar o álcool da dieta.

A dieta é um factor importante a ter em conta para conseguir baixar o ácido úrico no sangue. Para isso, o papel do profissional de nutrição humana e dietética é o elemento-chave. Confia na equipe de nutricionistas – nutricionistas de Alimmenta (membros da ACDN), se fazemos uma dieta adaptada às suas necessidades e nós mostramos de forma fácil como comer.

causas, dieta e dicas para resolvê-lo.

Quais são os sintomas

edema localOs tornozelos e as pálpebras são zonas típicas onde se dá a acumulação de líquido. Neste caso, trata-se de um edema local. A pele aparece esticada ou brilhante e se clicar com o dedo, fica uma impressão que vai despareciendo pouco a pouco. Esses sintomas são muito comuns em épocas de verão, com as altas temperaturas.

Também pode formar-se um edema regional, por exemplo, em uma ponta, ou geral que afeta todo o organismo.

Quais são as causas que o provocam

São várias as causas que podem provocar a acumulação de líquidos:

  • Uma incorrecta hidratação.
  • Má alimentação: o consumo elevado de alimentos ricos em sal
  • Passar muitas horas em pé ou sentado, ou seguir um estilo de vida sedentário
  • Alterações hormonais como gravidez ou da ovulação. A gravidez é uma fase em que a mulher onde ocorrem muitas mudanças hormonais que podem causar retenção de líquidos.
  • Consumo de certos medicamentos, como estrógenos, corticóides, anti-inflamatórios não-esteróides, medicamentos para a tensão arterial.
  • Doenças decorrentes do coração, fígado ou rins, além de alteração da tireoide.

Dicas para evitar ter uma retenção de líquidos

Se você sofre de problemas de retenção de líquidos, eu recomendo que preste atenção aos seguintes conselhos:

Segue uma alimentação variada e equilibrada.

Potência o consumo de alimentos ricos em potássio, já que este mineral regula os níveis de água no organismo. Estes alimentos são, entre outros, a abobrinha, os cogumelos, as batatas e os legumes ou frutas, como banana, abacaxi ou pêssego.

Modera o consumo de sal

Utiliza pouca quantidade de sal para temperar os pratos e evite todos os alimentos ricos em sal, como as conservas, os produtos congelados, alimentos cozidos, batatas fritas, peixe defumado, azeitonas, queijos ou enchidos.

Mantenha um peso saudável

Se você sofre de sobrepeso ou obesidade aconselho-te que de descer de peso de uma forma saudável com a ajuda de um nutricionista-nutricionista.

Beba no mínimo 1,5 l de água a cada dia

retenção de liquidosÉ importante que se hidrates corretamente. Muita gente pensa que quando há retenção de líquidos é melhor não beber água e, precisamente, é o contrário. A água ajuda na depuração do organismo para eliminar toxinas e restabelecer o equilíbrio hídrico do que antes falávamos. Pode incluir infusões de plantas com propriedades diuréticas como a cauda de cavalo, o sabugueiro, dente-de-leão ou bétula. Você também pode fazer sopas de cebola, aipo e salsa, para tomar entre as refeições.

Segue uma vida ativa

Pratique exercício físico ou alguma atividade que você goste, como dançar, andar de skate ou nadar. Desloque-se a pé e evita pegar o elevador. Se você gosta de chás de ervas, plantas, como as folhas de mirtilo ou ginkgo podem aliviar a sensação de inchaço e pernas pesadas.

Tudo isso irá ajudá-lo a que o sangue flua melhor e ter um bom retorno venoso.

Usar meias elásticas

Exercem pressão sobre os vasos sanguíneos, melhorando o retorno venoso.

Agora você já sabe um pouco mais sobre a retenção de líquidos, quais são as possíveis causas que o provocam, bem como as recomendações que você deve seguir. Coloque em prática as dicas e se você quiser receber um acompanhamento por parte de um nutricionista-nutricionista pode entrar em contato com Alimmenta. Somos uma equipe de profissionais com vontade de ajudar.

Basquete ou basquete: Dieta, alimentação e suplementação

No basquete; a agilidade, a habilidade com a bola, as mudanças de ritmo e direção, a potência para o salto, a velocidade, a organização e o sentido tático do jogador têm grande importância, este é um esporte que realizam esforços de curta-média duração e de alta intensidade e, embora as mudanças de jogadores para dar-lhes descanso são comuns, o retorno destes à trilha se dá com freqüência, assim, o tempo total de jogo é duradouro e, por isso, estão envolvidos os sistemas aeróbio e anaeróbio.

Os jogadores de uma equipe têm diferentes características físicas que lhes permitam desenvolver seu jogo em uma ou outra posição na pista; os bancos e acompanhantes são os mais ágeis e habilidosos com a bola e os jogadores de menor tamanho dentro do computador, os beirais têm uma altura intermediária, e a velocidade é um ponto forte destes jogadores e, finalmente, os pivots, estes são os jogadores de maior peso e altura, seu jogo se passa debaixo do aro e a força e a potência é a sua característica principal.

Como deve ser a alimentação de um jogador de Basquete?

* Variada e equilibrada em alimentos e nutrientes, fazendo um mínimo de 5 refeições ao dia, de forma ordenada e fracionada. E, adaptada ao gasto energético do atleta.

* Os hidratos de carbono fornecem a energia necessária para realizar o exercício; cereais em suas diversas versões e alimentos (arroz, aveia, quinoa, pão, macarrão…) e outros alimentos ricos neste nutriente, como a batata, os legumes, as frutas e os legumes, serão a principal fonte de energia e a ingestão mínima de hidratos de carbono é de 5-7 g/kg de peso corporal por dia, em treinos moderados (1-1:30 h/dia) e de 7 a 9 g/kg de peso corporal por dia, em exercícios de longa duração (2 a 3 h/dia), duração das sessões de treinamento, que são divididos em treinamento fora da pista para trabalhar o condicionamento físico e o treinamento em campo para trabalhar aspectos técnicos e a estratégia do jogo.

* O consumo de proteína (aves, carne, peixe, ovos, laticínios, legumes, frutos secos…) deve estar em torno de 1,2-1,4 g/kg de peso corporal por dia para reparar o dano muscular e promover, juntamente com os hidratos de carbono, uma adaptação e maximização dos efeitos do treinamento, entre outras funções.

*Os lipídios, representam entre 20 e 30% da energia da dieta, priorizando a ingestão de gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, presentes no óleo de oliva, abacate, peixes, frutos secos, etc.

* As vitaminas e minerais devem ser ingeridos em proporções corretas, uma alimentação variada e suficiente em energia, deve assegurar o aporte necessário de micronutrientes. Tomar doses altas em forma de suplementos (se estes não são justificados por algum défice em concreto) não terá nenhum benefício para o atleta e pode acarretar um excesso crônico de micronutrientes.

Alimentação durante a pré-Temporada

É normal que alguns jogadores precisam ajustar o nível de gordura corporal para ser úteis e ganhar mais velocidade em seus movimentos e outros necessitaram de aumentar a massa magra e a força, de acordo com a posição em campo que ocupa cada jogador. Assim, nesta fase, foram feitos ajustes no planejamento nutricional segundo o objetivo de cada jogador.

O que comer durante os treinos

Os treinos vão implicar uma diminuição das reservas musculares de glicogênio. É por isso que sempre tem que fazer uma ingestão rica em hidratos de carbono, cerca de 2-3 horas antes de começar a sessão de treinamento: cereais, pão, laticínios desnatados, geléia, mel, frutas ou frutas secas.

Nos treinos de alto desempenho que tenham uma duração de mais de 60 a 90 minutos, recomenda-se consumir 30-60 g/hora de hidratos de carbono: bebida isotónica, gel, barra esportiva ou até mesmo frutas.

Dieta e suplementação durante a competição de basquete

Antes: 24-48 h anteriores, para assegurar uma ingestão de hidratos de carbono de entre 7-9 g/hidratos de carbono por kg de peso e por dia, se não tem jogo de competição recomenda-se diminuir a atividade física, para conseguir aumentar e encher os depósitos musculares de glicogênio.

Refeição pré-competição: 2 a 4 horas antes do jogo, ingerir entre 2-4 g de hidratos de carbono/kg de peso, a refeição deve ser rica em carboidratos, moderada em proteínas, baixa em gordura para facilitar a digestão e alimentos pouco fibrosos para evitar problemas gastrointestinais, boas opções seriam: lácteo sabor, cereal, pão, alimento de proteína sem gordura, frutas e ingestão de água.

Recomenda-se também a hidratar o corpo com 5-7 ml/kg de peso, isto é, entre 2-3 copos de água, cerca de 3-4 horas antes de começar, se prevê um treino muito intenso ou antes de disputar uma partida, recomenda-se que um dos vasos seja de água e outro de bebida isotónica. Além disso, 1 hora antes, recomenda-se beber um copo de líquido.

Durante os tempos mortos e/ou no intervalo dos jogos é recomendável hidratar o corpo, priorizando a bebida isotônica, que além de líquido dará açúcares, sódio e outros minerais para o jogador.

Depois: dentro da primeira hora após o encerramento do jogo, deve se hidratar e se alimentar adequadamente. Por isso, se pode optar por uma bebida de recuperação com aporte de sódio e hidratos de carbono e proteína hidrolisada em uma proporção de 4:1, onde se deve tomar 1 g de hidratos de carbono por kg de peso e 0,2 g de proteína por kg de peso. Isso também poderia começar com as proporções adequadas de bebida esportiva, leite com sabor, cereais ou pão com proteína magra e frutas.

Mais tarde, com a ingestão de refeições sólidas continuarão a ser restabelecendo os níveis musculares de glicogênio, estas devem ser ricas em hidratos de carbono e com algum alimento proteico para promover a síntese de proteínas e a recuperação do glicogênio muscular.

Suplementação

Os suplementos que parecem demonstrar algum benefício, e com os quais se pode considerar suplementado são da creatina e da cafeína, apesar de que ainda são necessários mais estudos para poder obter resultados mais conclusivos.

A creatinapermite aumentar os níveis de fosfocreatina no músculo, facilitando assim que se gere mais ATP, combustível necessário para realizar os exercícios com intervalos de alta intensidade e aqueles destinados a desenvolver a massa e a força muscular.

A cafeína, reduz a percepção do cansaço e da fadiga, estimulando o sistema nervoso e melhorando a função muscular e termorreguladora, a dose recomendada é de 2 a 6 mg/kg, tendo em conta que o efeito máximo é alcançado a 60 minutos da ingestão.

Conclusões

Em conclusão, os jogadores de basquete como qualquer outro atleta, precisa ter cuidado com a alimentação para poder render ao máximo e melhorar seus resultados. As diretrizesalimentares como as de ingestão de líquidos terão que ser totalmente individualizadas por parte de um nutricionista-nutricionista, de acordo com as características físicas e o treinamento que faça o atleta.

Em Alimmenta você terá uma equipe de nutricionistas-nutricionistas esportivos que irão ajudá-lo a atingir os seus objectivos.